Escola Municipal localizada no bairro dos Expedicionários em João Pessoa - Paraíba.
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
Projeto Robótica Integrada – 2014
Integrar a
robótica educacional como mais uma ferramenta de aprendizagem é de suma
importância, com isso estimulamos em nossos alunos de forma lúdica o raciocínio
lógico, o trabalho em equipe e o desenvolvimento de competências como a
liderança e o tão falado empreendedorismo.
Com essa
“parceria”, a escola oportuniza ainda mais aos seus alunos situações que
acendem debates e ideias voltadas para o desenvolvimento de habilidades,
competências e atitudes para a vida.
É uma proposta
pedagógica diferenciada, e para isso devemos contar com o apoio dos professores
para desenvolver essas qualidades pessoais e incentivar a resolução de
situações-problema para criar uma experiência de ensino-aprendizagem
estimulante e realmente significativa.
Como será feito?
Escolher
três alunos de cada turma do fundamental II:
v 6º
Ano
v 7º
Ano
v 8º
Ano
v 9º
Ano
Etapa
1 – Criação do robô (Classificatória);
Etapa
2* – Prova prática com os robôs; (Nível Fácil – Classificatória e Eliminatória);
Etapa
3* – Prova prática com os robôs; (Nível Difícil - Final);
Última
etapa – A equipe finalista irá participar da olimpíada estadual de robótica;
v Etapa
2 : Programar o robô para seguir uma faixa preta; Os dois melhores colocados
passarão para a próxima etapa; (menor tempo).
v Etapa
3 : Programar o robô para seguir a faixa preta com curvas, passar por
obstáculos e ao término o robô deverá efetuar um bip. (menor tempo) –
Premiação: Um troféu e/ou presente ou dinheiro.
Diego da Silva Santos – Mediador de TI – CJD
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
No dia 27 de agosto de 2013 os alunos do CJD, especificamente as turmas
do 7º A e 7º B realizaram uma visita a Fortaleza de Santa Catarina,
popularmente conhecido como Forte de Cabedelo. O objetivo era permitir que os
alunos conhecessem um pouco mais da história de sua cidade, focado no conceito
de transformação da paisagem pela ação do homem, do espaço e tempo histórico
devido, essa atividade foi pensada no sentido de uma melhor visualização dos
padrões coloniais em associação com os conteúdos programados em sala de aula.
Acrescentando o fato de sua relação com a linha ferroviária da Paraíba.
Alunos do 7º Ano na CBTU esperando
para embarcar de trem para o Forte de Santa Catarina, o seu destino.
Aproveitando
a visita os professores decidiram pelo transporte ferroviário a fim de mostrar
para os alunos a sua utilidade histórica, pois a vida é movimento e tal
transporte existe para atender as necessidades de deslocamento, é uma
representação viva do contexto de desenvolvimento urbano de João Pessoa, tanto
socialmente quanto economicamente; a CBTU (Companhia Brasileira de Trens
Urbanos), criada em 1984 vem modernizando a linha ferroviária de João Pessoa
para adequar as necessidades desse novo milênio, além de uma responsabilidade
social com atividades educativas, ajudando nos hábitos e preservação desses
meios de transporte.
Professora de História Marnizete,
Professor de Geografia Franklin e Professor tutor de História Anderson.
A viagem de trem foi muito instrutiva onde os alunos puderam observar as
mudanças de paisagens em um curso espaço geográfico. Passamos por 5 estações,
iniciando pela de João Pessoa, passando por Renascer, Jacaré, Poço e por fim a
de Cabedelo. O percurso durou 30 minutos exatos, com uma estação a cada 5
minutos, mas 1 minuto de acréscimo por cada parada, sendo a saída de João
Pessoa até a próxima estação 10 minutos.
Alunos CJD embarcando no trem,
destino: Cabedelo.
O interior do trem era tranquilo e sem
solavancos.
Turma na Muralha do Forte de Santa Catarina
Apesar de conhecido como Forte de
Cabedelo, seu verdadeiro nome é Fortaleza de Santa Catarina. Faz parte dos três
fortes mais antigos da Paraíba, protegendo a entrada da desembocadura do rio.
Passou por vários processos de destruição e reconstrução até chegar a estrutura
atual. Originalmente feito de madeira foi destruído e incendiado por um ataque
conjunto de índios e franceses, em 1691, meio século depois da tragédia o forte
foi reconstruído em pedra e argamassa por um arquiteto estrangeiro na forma de
um pentagrama, e tem se mantido assim até hoje, apesar do desgaste do tempo e
dos ocasionais ataques que sofreu no passado.
As muralhas do forte são feitas de
pedras reforçadas com argamassa, além disso, para defesa externa possuía mais
de 20 canhões, de ferro, atualmente restam 14 peças, ainda do período de sua
reforma do século XVII.
Os alunos puderam visitar o interior do forte, passando pela capela,
muralhas, a Casa do Capitão, o depósito de armas e outras demais estruturas de
terra. A maioria transformada em museu expondo material visual e obras de
artesanato.
Túnel de acesso lateral, passagem de
saída rápida para o mar, no passado era camuflado pelo lado de fora.
Agradecemos a todos que participaram dessa atividade ou contribuíram de
alguma forma, e parabenizamos os estudantes do 7º ano que se fizeram presentes
neste dia.
Visita ao Centro Histórico
de João Pessoa
Os
alunos do 8º ano do CJD visitaram, na manhã do dia 13\08, o Centro Histórico de
João Pessoa, quarta-feira passada, especificamente a Igreja do Carmo,
Convento\Igreja de São Francisco, Casa da Pólvora e o Hotel Globo. A atividade
foi pensada como forma dos alunos visualizarem as origens de nossa história
local e nacional, com ênfase nas mudanças sofridas pelo espaço geográfico e
histórico, bem como a influência da arquitetura e arte barroca no Brasil.
Turma do
8º Ano; Adro do Conjunto São Francisco.
Da
esquerda para a direita: Laíz, Franklin, Anderson e Marnizete.
Os
aluno do 8ª ano foram acompanhados pelos professores Anderson, Marnizete,
Franklin e Laíz, História, Artes e Geografia. A atividade foi planejada para
abarcar estas três disciplinas.
Altar da
Igreja do Carmo.
Visita a Igreja do Carmo.
O
primeiro ponto visitado foi a Igreja do Carmo. Lá os alunos puderam entrar e
ver o interior da igreja, descobriram que essa igreja assim como todas as
outras da época foi toda construída com pedra calcária, pedra abundante da
região na época colonial. Presenciaram exemplos de arte e arquitetura barroca,
desde a forma como a igreja foi construída até os adereços internos (como o
teto pintado). Os alunos se interessaram bastante pelos azulejos decorativos e
em descobrir para que servia cada parte da igreja.
Visita a Igreja do Carmo.
Alunos
do 8º Ano no interior do Convento de São Francisco. A guia explica sobre a
importância do local e da arquitetura barroca presente nele.
No Conjunto de São Francisco o 8º ano se deparou
logo de cara com o Cruzeiro, na verdade o último Cruzeiro de João Pessoa (havia
1 em cada uma das igrejas das quatro ordens religiosas que vieram a Paraíba,
portanto eram quatro Cruzeiros no passado); No Adro observaram a presença de
azulejos que tinham imagens da paixão de Cristo. Dentro uma guia levou-os para
conhecer as capelas e demais aposentos do convento, e as obras de arte em
exposição. Notaram que além da riquíssima arte barroca presente no local, ele
fora construído como ponto estratégico de defesa, podendo observar quase toda a
região, por esse motivo os holandeses usaram a Igreja de São Francisco como
forte enquanto estiveram aqui.
Pátio
interno do Convento São Francisco.
Infelizmente
a Casa da Pólvora estava fechada e não pudemos entrar, mas foi possível
observar a importância do local mesmo assim.
Entrada
da Casa da Pólvora.
O
último local foi o Hotel Globo. Além dos alunos desfrutarem da exposição de
artigos de museu lá encontrados, também assistiram uma palestra ao ar livre nos
jardins do hotel, sobre a importância do hotel e sua relação com a história da
cidade e do Brasil; eles também presenciaram a malha ferroviária de João Pessoa
e tiveram uma ótima vista do rio Sanhauá.
Palestra ao ar livre no Hotel Globo
Agradecemos
a todos que participaram dessa atividade ou contribuíram de alguma forma, e
parabenizamos os estudantes do 8º ano se fizeram presentes neste dia.
Cruzeiro
de São Francisco, o último Cruzeiro de toda a Paraíba a resistir a ação do
tempo e do homem.
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
2º Fase das Olimpíadas de Matemática
A Obmep tem como objetivo estimular e promover o estudo da Matemática entre alunos das escolas públicas, contribuir para a melhoria da qualidade da Educação Básica, identificar jovens talentos e incentivar seu ingresso nas áreas científicas e tecnológicas entre outras coisas.
segunda-feira, 22 de julho de 2013
Nosso são joão 2013.
Chegou a hora da fogueira, é noite de São João; o céu fica todo iluminado, fica o céu todo estrelado: pintadinho de balão.
Pula a fogueira Ioiô cuidado para não se queimar olha que a fogueira já queimou o meu amor...
Cai, cai, balão aqui na minha mão não vou lá, não vou lá, não vou lá; tenho medo de apanhar...
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